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Ikê Assistência tem 63% do quadro composto por mulheres






Na contramão dos dados nacionais sobre mercado de trabalho, empresa faz parte da minoria que tem um time de colaboradores majoritariamente feminino e uma mulher no comando.

A presença feminina no mercado de trabalho vem avançando, como mostram os dados oficiais, mas a maioria das vagas ainda é dos homens. É o que aponta o Cempre (Cadastro Central de Empresas) mais recente, divulgado pelo IBGE no segundo semestre de 2015. Os dados são referentes a 2013 e mostram que as mulheres ocupavam naquele ano 43% dos postos de trabalho formais no Brasil, enquanto os homens, 57%. 

Na Ikê Assistência, no entanto, a realidade é diferente. A empresa especializada em serviços de assistência 24 horas, localizada em Barueri, na grande São Paulo, tem 63% dos 350  postos de trabalho ocupados por mulheres.

“O setor de atendimento ao cliente, que é o nosso caso, tem empregado cada vez mais mulheres. O dia a dia mostra que elas são mais intuitivas e tem mais tato na negociação com o usuário”, comenta Eliana Soares, diretora de Capital Humano da empresa.

Além de serem maioria na área de operações, as mulheres também estão em maior número no comitê que congrega os gestores da companhia. Dos 17 integrantes, 11 são do sexo feminino, incluindo a CEO  da empresa, Marusia Gomez.

Para Marusia é importante ressaltar que, acima de tudo, a Ikê possuiu uma política de Capital Humano includente em todos os aspectos. “Na hora de contratar, não vamos ao mercado em busca de uma mulher ou de um homem. Queremos trazer o profissional que tenha a experiência, os valores e as características mais adequadas à posição. O que temos percebido na hora da decisão final é que muitas mulheres têm apresentado um perfil mais completo”, afirma.

Outro ponto que merece destaque na política de contratação da Ikê é a questão da faixa etária. “A percepção da nossa entrega está intimamente ligada com o atendimento telefônico, que geralmente é o primeiro contato do cliente conosco. Por isso, buscamos desconstruir a ideia de que call center é um trabalho somente para pessoas mais jovens. Buscamos também pessoas mais maduras, com mais de 35 anos, que, por causa de sua bagagem de vida, da sua experiência profissional, podem agregar sutileza, perspicácia e serenidade ao atendimento”, conclui Marusia.

 

 

 


       
     
         






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